quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Nós, Tal Gia...

O interessante é o valor da coisas.
Mesmo depois que perde. Melhor, sempre depois que perde.
Ela não estava satisfeita? Era pouco? E agora, tem o que?
Pois bem, perdeu e agora sente falta.
É tarde?
NÃO, nunca é tarde.

Voltar no tempo não é possível.
Mas o futuro está acontecendo a todo tempo.
Uma surpresa atrás da outra. Isso não quer dizer que seja uma surpresa feliz, mas é uma surpresa. Um tapa na cara, um chacoalhão dizendo "Acorda! Acorda!"
Ela acorda, e deseja que seja apenas um sonho. Mas, não é sonho. É a realidade, a pura e dura realidade.

E então, como faremos agora?
Vamos brincar de esquecer!
Você me esquece e eu esqueço você.
Mas não é tão fácil como essas palavras.
É doído, cansativo, vai remoendo aos pouquinho, uma dor quase que sem fim.
Mas passa, tudo passa.

E então, você passa...
E ela sente o corpo tremendo, o calafrio, aos pouquinhos, sobe pelas costas, chega no pescoço, já está toda arrepiada. E é só o pensamento.
E se você diz algo...
Ela sente-se nervosa, com medo, de usar palavras erradas, assim como ela é, errante.
E assim, você se vai. E ela fica, pensando em você por toda a noite.

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