segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Ultima?

Pois bem, ela espera que uma certa pessoa entre em contato com ela, o mais breve possível. Nem que seja pelo mais bobo dos motivos.
Afinal, dessa vez não acabou tão mal quanto das outras.
Ela pensou que as coisas estavam bem! (Pensou errado!)
Não dá pra ficar bem quando apenas um quer isso. Mas tudo bem, ela respeita.
Afinal, foi ela quem causou tudo isso. (Impressionante)
Mas ela sente muito, muito mesmo por toda essa dor, por todo o mal que causou.
E espera que algo faça essa pessoa mudar de opinião.
Ela já sente falta, já sente saudades, mas assim talvez seja melhor. Afinal, mesmo fazendo muito bem, o mal talvez seja maior. Não que ela se importe muito, porque se ela tem a companhia, ela lida bem com esse mal, e mesmo assim, faz bem. (confuso)
Pensar em tudo que passou torna mais difícil mantes a decisão. Mas ela vai manter!
Porque ela não quer mais causar nenhum mal, nenhuma dor, e mesmo nem sabendo os pontos que estavam causando isso, com a distância, talvez isso não aconteça mais.
Ela sabe que vai passar. Mas ela não quer que passe!
Foi, e é especial!
E hoje ela só quer guardar os melhores momentos. OS MELHORES!

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Nós, Tal Gia...

O interessante é o valor da coisas.
Mesmo depois que perde. Melhor, sempre depois que perde.
Ela não estava satisfeita? Era pouco? E agora, tem o que?
Pois bem, perdeu e agora sente falta.
É tarde?
NÃO, nunca é tarde.

Voltar no tempo não é possível.
Mas o futuro está acontecendo a todo tempo.
Uma surpresa atrás da outra. Isso não quer dizer que seja uma surpresa feliz, mas é uma surpresa. Um tapa na cara, um chacoalhão dizendo "Acorda! Acorda!"
Ela acorda, e deseja que seja apenas um sonho. Mas, não é sonho. É a realidade, a pura e dura realidade.

E então, como faremos agora?
Vamos brincar de esquecer!
Você me esquece e eu esqueço você.
Mas não é tão fácil como essas palavras.
É doído, cansativo, vai remoendo aos pouquinho, uma dor quase que sem fim.
Mas passa, tudo passa.

E então, você passa...
E ela sente o corpo tremendo, o calafrio, aos pouquinhos, sobe pelas costas, chega no pescoço, já está toda arrepiada. E é só o pensamento.
E se você diz algo...
Ela sente-se nervosa, com medo, de usar palavras erradas, assim como ela é, errante.
E assim, você se vai. E ela fica, pensando em você por toda a noite.